SALINA – a última vértebra

Indescritível… procurei palavras para relatar a emoção deste espetáculo, mas todas soariam um repetitivo clichê. Me atrai qualquer manifestação de matriz africana, e este espetáculo não poderia passar pelo Rio de Janeiro sem que eu aproveitasse a oportunidade de registrá-lo com minha fotografia. Sim, como sempre, muito grato à Ana Teixeira e Stephane brodt, além do Jefter Paulo, da Amok Teatro.

Este espetáculo tem texto de Laurent Gaudé, premiado escritor e dramaturgo francês, tem produção genuinamente brasileira e os atores fizeram estudos com o grupo de Congado dos Arturos, de Contagem, Minas Gerais, para os cantos e tambores utilizados. Não poderia estar tão mais próximo de mim.

Apesar de toda sua beleza, o espetáculo que pode ser sentido e degustado de olhos fechados, nos emocionando do mesmo tanto. Performances de fortes expressões não nos cansa em suas três horas de duração, mesmo para quem está manuseando todo o tempo quase quatro quilos de equipamento fotográfico.  

“Propõe um mergulho numa África ancestral para contar uma história universal e atemporal, composta por elementos vindos de diferentes civilizações, da tragédia grega à epopeia africana.”

Então, não perca a oportunidade, só até 30 de Julho no Centro Cultural da Caixa, aqui no Rio de Janeiro.

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2 comentários em “SALINA – a última vértebra

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